Se formos analisar o diagnóstico ortopédico e ortodôntico dos pacientes, além do exame clínico, faremos vários exames complementares necessários. Estudaremos a análise radiográfica, análise de modelos, a análise facial e funcional.
Ampliando o diagnóstico ortopédico e ortodôntico na visão antroposófica, teremos uma anamese mais completa, onde além de analisarmos os dados científicos, anteriormente citados, conheceremos outros fatores, como os sistemas orgânicos.
Olharemos o paciente como um todo, não apenas examinado uma parte do seu corpo que é a boca.
Olharemos o paciente como um todo, não apenas examinado uma parte do seu corpo que é a boca.
Partindo do princípio que cada indivíduo possui uma hereditariedade, um temperamento, um biótipo, uma biografia, iremos além de um simples exame corporal.
Não podemos ser apenas seguidores de técnicas ortodônticas e acompanhar medidas cefalométricas, traçando planos de tratamentos com uma visão técnica e racional. Temos que entender como este ser humano veio ao mundo, o seu desenvolvimento corporal, emocional e suas funções vitais.
Além disso,todo cirurgião-dentista ligado a antroposofia deve ter a ampliação do diagnóstico ortopédico ortodôntico, conhecendo como é o pensar, o sentir, o atuar dos seus pacientes.
Quantas vezes, eles nos procuram queixando-se de dores, com sérios problemas de oclusão, e ao examiná-los observamos que não apresentam apenas problemas orais. Normalmente encontramos outros problemas associados: orgânicos, emocionais ou ambos.
Estejamos cientes que tratando somente a boca, não estaremos equilibrando o todo, mas se atuarmos juntos, resolvendo os problemas orais e solucionando os problemas orgânicos, muitos casos serão eficientemente tratados.
O paciente estará equilibrado e manterá sua saúde físico-psíquico e espiritual em perfeito estado.


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